Tóxico - palavra do ano 2018 - Korn Traduções

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Dividido por categorias, nosso blog apresenta artigos que se encaixam nos mais diversos temas.

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Textos de acordos internacionais sempre ganham traduções. No entanto, o processo não costuma ser simples, já que a tradução de certas palavras passa por negociação dos diplomatas, garantindo que as (diferentes) visões de mundo não sejam colocadas em xeque. Não podemos esquecer, afinal, que conflitos de interesses fazem parte dos acordos fechados.

Em uma palestra ministrada em 2002, o chanceler Celso Lafer afirmou que “O poder da diplomacia é, em larga medida, o poder da palavra”, confirmando a força das palavras na comunicação diplomática.

E é por conhecer a importância das palavras que a nova administração do Itamaraty tem mudado o vocabulário nos últimos meses. As embaixadas do Brasil, inclusive, já foram orientadas a abandonar algumas palavras, sendo informadas sobre novos termos para substituição.

Vale adiantar, no entanto, que algumas das palavras a serem abandonadas ainda continuarão em uso na comunicação com determinados países. É o caso de “liberdade”, que foi vetada para Arábia Saudita, mas é utilizada para Venezuela.

Até então, a última modificação mais significativa no dicionário da chancelaria brasileira havia acontecido pós-1964.

No site do UOL é possível ter acesso à matéria na íntegra, onde constam os termos que deverão ser substituídos. Clique aqui para ler.

O impacto das mudanças nas traduções de documentos diplomáticos

Essas novas exigências afetam diretamente os responsáveis pelas traduções para o português dos documentos diplomáticos, já que será necessário utilizar os termos escolhidos pela nova administração do Itamaraty, ou seja, se em um documento de língua estrangeira houver algum dos termos modificados, ele deverá ser substituído no momento da tradução.

E lembre-se, se precisar de traduções livres ou traduções juramentadas, conte com os tradutores profissionais da Korn Traduções.

Nossa empresa de tradução possui mais de 25 anos de experiência em tradução jurídica e tradução financeira.

Korn Traduções, o seu prazo é o nosso prazo.

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Vamos para mais uma dica de nossa rica língua portuguesa? Alguns termos são muito comuns nos documentos que chegam para tradução. Às vezes, até mesmo uma palavra cotidiana pode ter diversos significados de acordo com o contexto técnico/jurídico em que se encontra. É o caso de “prejuízo”.

Quem não conhece seu significado ou nunca a usou em alguma situação?

No entanto, dependendo das preposições que a estiverem acompanhando, seu significado pode ser alterado.

Se usarmos a palavra prejuízo com as preposições “a”, “em” ou “para”, o significado dela é aquele que já conhecemos: perda de dinheiro ou de bens. É o caso, por exemplo, da frase “Startups de tecnologia chinesas antes promissoras que hoje geram grandes prejuízos aos acionistas”. Ou seja, “(…) que hoje geram grandes perdas aos acionistas”.

Até aqui, nada de diferente do que estamos acostumados, certo?

Prejuízo x em prejuízo de: significados e, portanto, traduções diferentes

A atenção deve surgir de fato quando a palavra aparecer na expressão “em prejuízo de”. Nesse caso, os significados passam a ser “contrariamente à existência, prevalência, integridade, validade, interesse de; em detrimento de”.

Assim, na frase “As despesas contraídas nos últimos oito meses de mandato não podem ser priorizadas em prejuízo daquelas contraídas em período anterior”, o significado da expressão deixa de ser “perda de bens”, passando a ser “em detrimento de”. Portanto, a frase poderia ser “As despesas contraídas nos últimos oito meses de mandato não podem ser priorizadas em detrimento daquelas contraídas em período anterior”, não fazendo sentido se, nesse caso, a expressão fosse substituída por “perdas”.

É verdade que, no dia a dia, não é comum utilizarmos a palavra “prejuízo” com outro significado senão o de “perdas”. No entanto, para nós, tradutores profissionais, que trabalhamos com traduções juramentadas, traduções jurídicas e traduções financeiras, é recorrente vermos a expressão “em prejuízo de” nos documentos que chegam à Korn Traduções, tornando-se essencial termos consciência das diversas formas que uma mesma palavra pode ter, garantindo traduções corretas e de qualidade.[:]

E-mails em português podem ser finalizados de diversas maneiras: att, atenciosamente, abraços, abs, beijos, até logo, obrigado(a), grato(a) etc. Mas quando falamos de cartas e e-mails em inglês, há algumas convenções a serem seguidas – e a despedida do e-mail está diretamente relacionada à forma como ele foi iniciado. Abaixo, explicamos melhor:

Convenções dos e-mails em inglês

– Se o início da mensagem estiver mencionando o nome do destinatário, ela deverá ser finalizada com a saudação “yours sincerely”:

Dear Mr Smith,

(…)

Yours sincerely,

– Se, ao contrário, não houver menção ao nome do destinatário, a mensagem deverá ser finalizada com “yours faithfully”:

Dear Sir,

(…)

Yours faithfully,

– Outro ponto que merece atenção é a maneira como se refere às mulheres. Existe diferença na menção às mulheres solteiras (Miss) e mulheres casadas (Mrs). Mas, para evitar essa indicação sexista, tem sido cada vez mais comum a utilização de “Ms” – maneira neutra de se referir às mulheres independentemente do estado civil de cada uma delas;

– Já para os homens, nada muda: a menção continua sendo Mr., sendo ele solteiro ou casado;

– Vale dizer que há variação entre o inglês americano e o inglês britânico quando o assunto é a escrita dessas abordagens. Para os americanos, há o ponto após a última letra: “Mr.” e “Ms.”. Já para os britânicos, escreve-se apenas “Mr” e “Ms”;

– Na grande maioria das vezes, as cartas são encerradas com “yours sincerely”, “yours faithfully” ou, simplesmente, “yours”. Mas, antes da saudação final, podem haver outras informações, como “I look forward to hearing from you” (na tradução, seria algo como “aguardo sua resposta”) ou “Please do not hesitate to contact me should you have any questions” (trazendo para a realidade brasileira, seria algo como o nosso “fico à disposição” ou “qualquer dúvida, estou à disposição”);

– Se o remetente optar por utilizar a expressão “Best regards” não será necessário completar com “yours sincerely”, “yours faithfully” ou “yours”.

A relação entre tradutores e e-mails em inglês

Aqui na Korn Traduções estamos acostumados com esses padrões, pois é comum enviarmos e recebermos e-mails em inglês, já que trabalhamos com traduções juramentadas e traduções livres do inglês para o português. Assim, sabemos da importância dos tradutores profissionais conhecerem essas convenções.

No entanto, mesmo que você não trabalhe com traduções, essas informações poderão ser relevantes se, em sua vida profissional, você tiver o costume de conversar com colegas de fora do Brasil.

Agora, queremos saber: vocês têm outras dicas de envios de e-mails para compartilhar com a Korn Traduções?

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Siglas são constantemente utilizadas no português. Quem, por exemplo, tem o hábito de falar Organização Não Governamental no lugar de, simplesmente, ONG? Sem contar outros termos que cabem tanto em sua forma completa quanto abreviada, já que usar a palavra televisão é tão comum quanto utilizar a sigla TV.

Mas a pergunta é: existe plural para as siglas? Na grande maioria das vezes, existe. Não há nada de errado em falar ONGs ou TVs. O deslize do plural, no entanto, costuma acontecer quando as siglas não são faladas, mas escritas, já que é comum vermos pessoas utilizando o apóstrofo antes da letra “s”. Assim, no plural, as siglas acima seriam grafadas como ONG’s ou TV’s.

Mas na língua portuguesa o apóstrofo deve ser utilizado apenas para suprimir vogais em palavras compostas (como copo d’água em vez de copo de água, por exemplo) ou, ainda, em textos informais que reproduzem expressões populares, como “não s’enxerga”, por exemplo.

Assim, quando se trata de siglas, não se deve acrescentar nenhum caractere antes do plural, mas apenas inserir a letra minúscula “s”.

Exceções do plural em siglas

Também vale ressaltar que não são todas as siglas que recebem o plural: se elas terminarem com “s”, sua forma será sempre no singular, mesmo que o contexto da frase esteja no plural. É o caso de SUS, que não se transforma em SUSs.

Conhecer as regras é indispensável para quem trabalha com traduções

Conhecer essas regras é essencial para os tradutores profissionais, uma vez que, comumente, siglas podem aparecer nas traduções juramentadas, traduções técnicas ou traduções livres.

Inclusive, quem sempre nos fornece essas dicas para o blog da Korn Traduções são os próprios tradutores de nossa equipe, que possuem experiência e conhecimento para dirimir as mais diversas dúvidas linguísticas. E gostamos de compartilhar, pois, mesmo para quem não trabalha com traduções, é importante conhecer nossa língua portuguesa e evitar cometer deslizes ao escrever textos.[:]

Nosso vocabulário é repleto de palavras em inglês. Algumas, inclusive, são tão enraizadas e nos soam tão familiares, que nem percebemos que não são brasileiras. Mas, em muitos casos, há palavras equivalentes na língua portuguesa e, portanto, vale a pena substituir os termos em inglês. Essa informação deve ser considerada principalmente em traduções do inglês para o português, já que os estrangeirismos devem ser (quase) sempre traduzidos. Pensando nisso, perguntamos aos nossos tradutores sobre as melhores práticas de tradução quando houver estrangeirismos nos textos. Abaixo, compartilhamos com vocês três dicas:

Há tradução de estrangeirismos?

1. Muitos dos estrangeirismos que existem já possuem uma forma escrita aportuguesada. É o caso de fôlder em vez de folder ou uísque em vez de whisky. Nesse caso, a palavra deverá ser substituída pela versão em português;

2. Alguns estrangeirismos surgem por falta de palavras equivalentes em nosso idioma. Mas nem sempre é assim, o que significa que se houver tradução para o português, a ordem é: traduza! É o caso de “menu”, que pode ser traduzido como “cardápio”, ou “standard”, que pode ser facilmente substituído por “padrão”;

3. Há termos que não só foram incorporados à língua portuguesa em sua forma original, como também já estão registrados nos dicionários e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras. Se esse for o caso, não é necessário incluir sua tradução no documento, mas, na formatação, o termo deve ficar em itálico. Alguns exemplos: marketing, office boy, blog, design, download, free shop, on-line, iceberg, entre outros.

Citações e nomes

Além dos estrangeirismos, também nos perguntam sobre traduções de citações e de nomes. Por isso, aproveitamos o tema para compartilhar dicas sobre essas duas situações:

1. Se houver citações no texto, estas também precisarão ter tradução, mesmo que sejam famosas. Nesse caso, a orientação é grafar a citação original em itálico e entre aspas. Já a tradução deverá ficar entre parênteses, sem itálico e também entre aspas. Por exemplo: “Libertas quae sera tamen” (“Liberdade ainda que tardia”).

2. Já os nomes – tanto de pessoas quanto de marcas – não devem ser traduzidos. A exceção acontece se a própria marca se autodenominar de maneira diferente em seus países de atuação, mas como essa é uma prática pouco vista, o mais comum é manter o nome original independentemente dos idiomas da tradução.

Se você for tradutor, essas dicas ajudarão no dia a dia do seu trabalho. Se você for cliente, elas são válidas para que você possa ficar atento quando receber um documento traduzido.

E, lembre-se, para traduções de qualidade e no prazo, conte com a Korn Traduções: a sua empresa de tradução.

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A Korn Traduções é especializada em tradução juramentada, tradução livre e tradução técnica nas áreas jurídica e financeira. Por este motivo, é comum nos depararmos com termos específicos dessas áreas – e é sobre dois desses termos que vamos falar hoje.

Comumente encontradas nas traduções jurídicas e traduções financeiras, principalmente em demonstrações financeiras, as palavras imposto a recolher e imposto a recuperar costumam causar algumas confusões por falta de entendimento em seus significados. E, como sabemos, para que uma tradução seja feita com qualidade, é preciso, antes de mais nada, entender o contexto do documento. Portanto, dominar termos específicos é imprescindível aos tradutores técnicos.

Para isso, convidamos nossos tradutores a falar sobre o significado e as traduções de cada uma dessas palavras. Veja abaixo:

Diferenças nas traduções de imposto a recolher e imposto a recuperar

  • Imposto a recolher: é o imposto que deve ser pago à autoridade fiscal (federal, estadual, municipal), ou seja, é o valor que será recolhido das empresas para o governo. Exemplo: ICMS a pagar sobre a venda de produtos.

A tradução para o inglês é Tax Payable e deve-se evitar traduções como “to be collected”.

  • Imposto a recuperar: é o imposto que a empresa tem direito, ou seja, quando a empresa tem mais créditos do que débitos no seu balanço patrimonial, provenientes de operações passíveis de tributação. Exemplo: a empresa efetuou mais compras com direito a crédito (imposto a ser restituído a ela) que vendas cujos impostos geraram obrigações fiscais a pagar. Dessa forma, o valor de imposto a recuperar pode ser deduzido do imposto a recolher (caso o valor a recuperar seja maior que o valor a recolher).

Sua tradução é Tax recoverable/Recoverable tax, mas em alguns textos, é possível encontrar como tax receivable.

Entende-se, portanto, que os termos possuem ações opostas, o que significa que uma tradução errada fará com que o sentido da mensagem seja contrário à realidade.

Assim, para a realização de excelentes traduções juramentadas, traduções técnicas e traduções livres, é indispensável a contratação de tradutores profissionais e especializados na área de assunto do documento.

Nós, da Korn Traduções, temos uma equipe de tradutores especializados e experientes. Por isso, precisando de tradução, entre em contato conosco: a sua empresa de tradução.

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