Cidades para intercâmbio a custo mais baixo

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Dividido por categorias, nosso blog apresenta artigos que se encaixam nos mais diversos temas.

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Para aqueles que não possuem domínio do inglês, uma das maiores preocupações atuais, quando o assunto é “procurar emprego”, é achar uma boa vaga de trabalho que não exija conhecimento avançado ou fluente no idioma.

Se no passado o conhecimento no inglês significava apenas um diferencial, daqui a 10 anos, de acordo com pesquisa feita pela Page Personnel – empresa de recrutamento e seleção -, dominar o inglês passará a ser requisito básico no mercado de trabalho. Assim, tanto os profissionais que já estão no mercado quanto os recém-formados e estudantes devem colocar o estudo do idioma como uma prioridade.

“Não tive oportunidade para estudar inglês, e agora?”

Como nem todos os profissionais possuem a oportunidade de se dedicar a esse estudo, seja por falta de tempo ou de dinheiro, é importante ressaltar que, durante uma entrevista, é de extrema importância que o candidato seja sincero ao dizer que não tem o conhecimento esperado. Também é necessário demonstrar outras habilidades exigidas pela vaga, com o objetivo de suprir a falta do domínio do inglês.

Além disso, é indicado que o profissional se mostre interessado em aprender o idioma, deixando claro que, em um determinado espaço de tempo, poderá atingir às expectativas da empresa. Essa atitude fará com que se destaque dos demais candidatos, já que, de acordo com o comitê de educação da ABF (Associação Brasileira do Franchising), 90% da população não estudam ou não tem a intenção de estudar algum idioma em curto prazo.

Por fim, se as condições financeiras não permitirem que o profissional se matricule em um curso de idiomas, indicamos que ele opte por maneiras gratuitas para estudar a língua – há diversos aplicativos que facilitam o estudo do inglês, como já mencionamos nesse artigo. Outra opção é criar uma “rotina de convivência com o inglês”, com disciplina para estudar a língua assistindo vídeos, ouvindo música ou lendo.

Com dedicação, torna-se possível obter conhecimento e aumentar o domínio do idioma inglês. Mas caso a sua intenção seja trabalhar como tradutor livre, tradutor técnico ou tradutor juramentado, a fluência em pelo menos um idioma estrangeiro – que não necessariamente o inglês – é indispensável, sendo preciso muito estudo, prática e, preferencialmente, vivência no exterior. Se esse for o seu caso e você tiver dúvidas por onde começar, entre em contato com a Korn Traduções! Será um prazer ajudá-lo a conhecer mais sobre o mercado de tradução![:]

Você sabia que diversas palavras do português são heranças de culturas e línguas africanas?

E não poderia ser diferente, já que, de acordo com o IBGE, 54% da população brasileira é afrodescendente, sendo o país com mais descendentes africanos.

Além disso, as religiões africanas, como candomblé e umbanda, também explicam a influência dessa cultura em nosso idioma, já que para fazer parte dessas comunidades, torna-se essencial conhecer alguns termos africanos.

Oito palavras advindas das línguas africanas

Abaixo, compartilhamos oito palavras que são contribuições africanas para nosso idioma e que, com certeza, você utiliza – ou já utilizou – em seu dia a dia:

  1. Abadá

A origem dessa palavra é no iorubá. Seu sentido original tem a ver com religião, já que era utilizada para falar das túnicas brancas vestidas em rituais religiosos. Hoje, no entanto, refere-se às camisetas de carnavais e micaretas, recebidas ao comprar os ingressos e podendo ser customizadas para os dias das festas.

  1. Cachimbo

Essa palavra tem origem no quimbundo, uma das línguas bantas mais faladas em Angola, e deriva do termo kixima, instrumento utilizado para fumar tabaco.

  1. Caçula

A grafia original dessa palavra é kazuli, também advinda do quimbundo, tendo como tradução “o último da família ou o mais novo”.

  1. Cafuné

Da mesma forma que cachimbo e caçula, a palavra cafuné também tem origem do quimbundo, podendo ter como tradução “acariciar a cabeça de alguém”.

  1. Dengo

A palavra tem origem banta e língua quicongo. Sua tradução representa um pedido de aconchego em meio ao duro cotidiano.

  1. Moleque

Assim como algumas palavras já citadas, essa também vem do quimbundo, tendo como grafia original mu’leke, que significa “filho pequeno” ou “garoto”.

Em sua origem, era comum o povo africano utilizá-la para chamar os próprios filhos. No entanto, passou a carregar uma conotação pejorativa advinda do preconceito contra os negros. Antes da abolição da escravidão, utilizá-la para chamar um menino branco era considerado ofensa.

  1. Muvuca

Assim como dengo, muvuca também tem origem banta e língua quicongo. A tradução da palavra é aglomeração ruidosa de pessoas como forma de entretenimento, diversão e comemoração.

  1. Quitanda

Mais uma palavra originada do quimbundo, tem como tradução ser um pequeno estabelecimento comercial, onde há frutas, verduras, legumes, entre outros produtos frescos.

Com os exemplos citados acima, podemos concluir que não só há a influência da cultura africana na língua portuguesa, como também a utilização de algumas palavras em nosso dia a dia, mantendo até hoje o seu significado original.

No entanto, vale destacar que os idiomas africanos são consideravelmente diferentes da língua portuguesa. Assim, caso precise da tradução de línguas africanas para o português, opte sempre por tradutores profissionais, garantindo que receberá traduções de qualidades. [:]

O que faz um passaporte ser mais ou menos “poderoso”? O principal fator é o número de lugares que o viajante pode entrar sem visto quando está portando o passaporte de determinado país. E é seguindo essa lógica que o passaporte brasileiro ocupa o 14º lugar mundial no ranking elaborado pelo Passaport Index e divulgado no final de 2017.

Passaporte brasileiro: o mais forte da América Latina

A posição no ranking, embora não faça parte dos três primeiros lugares do pódio, é vista com bons olhos quando comparado com os demais países da América Latina.

O passaporte brasileiro dá acesso sem visto a 144 países. Já a Letônia, Lituânia, Eslováquia, Eslovênia e Polônia são os países que ocupam a 13ª posição no ranking por darem acesso a 149 países, ou seja, cinco a mais do que o Brasil.

Os países que ocupam a 15ª posição também são da América Latina – Argentina e Chile -, permitindo a entrada em 143 países – um a menos do que o Brasil.

O 1º lugar no ranking pertence a Cingapura, com acesso a 159 países, seguido pela Alemanha, com 158 países, e, em 3º lugar, Coreia do Sul e Suécia, com 157 países.

México, Uruguai e Peru são os outros países da América Latina que também fazem parte do ranking, estando em 22º, 25º e 30º lugar, com acesso a 132, 129 e 123 países, respectivamente.

E vale lembrar que, embora o visto não seja exigido em alguns países, o mesmo não se pode falar da tradução juramentada dos seus documentos, caso a viagem tenha como objetivo trabalho ou estudo.

Mas a busca por tradutores profissionais e capacitados para atender às suas demandas por tradução não precisa ser árdua. Se precisar de serviços de tradução, basta contar com a Korn Traduções: a sua empresa de tradução![:]

Já falamos aqui sobre erros de tradução e as consequências negativas que podem gerar, dependendo do contexto em que acontecerem.

Um dos exemplos que citamos foi o acordo comercial entre o Mercosul e cinco países africanos, que não foi validado por conter 205 erros de tradução.

Sem dúvida, as consequências, nesse caso, foram graves. Mas e se falarmos que uma tradução equivocada provocou, recentemente, a prisão de um palestino pela polícia de Israel?

E o motivo não teve a ver com os conflitos existentes entre os dois países, mas sim com uma errada tradução feita automaticamente por uma rede social.

O trabalhador palestino postou uma foto ao lado de uma escavadeira, no canteiro de obras na Cisjordânia, perto de Jerusalém, e, na legenda, escreveu “bom dia” em árabe. A tradução automática, no entanto, mostrou a palavra “atacá-los”, ao traduzir para o hebraico, e “machucá-los”, na tradução para o inglês. Quando a polícia israelense ficou sabendo, o alerta surgiu e a prisão do cidadão foi decretada.

Mas, afinal, por que essa confusão na tradução?

Em primeiro lugar, o fato da tradução ter sido feita por uma ferramenta ajudou no engano, já que não há análise de contexto, nem pesquisa mais profunda sobre o real significado da palavra – ações que, caso a tradução tivesse sido feita por um profissional da área, poderiam ter sido colocadas em prática.

Em segundo lugar, porque os caracteres utilizados no idioma árabe são diferentes daqueles da língua inglesa, tornando necessária a chamada transliteração, que é o mapeamento e a transcrição de um sistema de escrita para outro. E a transliteração automática para o inglês, utilizada pela rede social, não existe em árabe, resultando em um resultado parecido com o verbo “machucar” – daí a tradução ter sido tão diferente do real significado da palavra.

O erro da tradução só foi percebido após o trabalhador ter sido interrogado por algumas horas para que os policiais percebessem o engano e o liberassem.

Além dos policiais terem admitido o erro, confirmando que, na transliteração correta da legenda, realmente estava escrito “bom dia”, o Facebook também se pronunciou em relação ao episódio, enviando uma nota que dizia: “Infelizmente, nosso sistema de tradução cometeu um erro na semana passada ao interpretar incorretamente o que um indivíduo publicou. Apesar de nossos tradutores estarem melhorando a cada dia, erros como este acontecem ocasionalmente e nós já tomamos todas as medidas para resolver essa questão especificamente. Pedimos desculpas a ele (palestino) e a sua família pelo erro e pelos problemas causados.”

No final, tudo foi esclarecido, mas esse caso reforça uma questão importante: tradução confiável e de qualidade deve ser feita sempre por um tradutor profissional. Por isso, quando precisar de serviços de tradução, conte com a Korn Traduções!

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Já falamos aqui sobre os quase 7.000 idiomas existentes no mundo.

Além dos idiomas oficiais, há dialetos que são falados em pequenas regiões e por um pequeno número de pessoas. Existem também aquelas línguas que correm risco de serem extintas por falta de falantes.

Abaixo, falaremos sobre cinco idiomas, considerando, mais especificamente, aqueles com particularidades que os tornam incomuns. Vejam:

  1. Pirahã

O Pirahã é um idioma indígena, considerado curioso por não possuir palavras que definem as cores, limitando-se às expressões “claro” e “escuro”. Além disso, não é possível formar frases que expressem passado ou futuro, apenas presente. Por fim, os números também não fazem parte da língua.

  1. Rotokas

A maior particularidade desse idioma está na baixa quantidade de fonemas – são apenas 11! Outro fator que também chama a atenção é o seu alfabeto, que possui somente 12 letras.

  1. Silbo Gomero

Já imaginou conversar por meio de assovios? Pois é dessa forma que os falantes desse idioma, que vivem na ilha de La Gomera, se comunicam e se entendem!

  1. !Xóõ

Pertencente a uma das menores famílias de línguas africanas (Khoisan), estima-se que tenha uma média de 4.000 falantes. É considerado um idioma diferente por possuir um alto número de consoantes (em torno de 164) e 111 cliques, que são sons produzidos pelas línguas ou lábios sem a ajuda do pulmão.

  1. Xhosa

Esse idioma africano possui cerca de 7,9 milhões de falantes. Da mesma forma como o !Xóõ, também há as consoantes cliques, mas, além disso, a curiosidade é que, por ser uma língua tonal, uma mesma palavra pode ter significados diferentes de acordo com a sua entonação.

Vale ressaltar que idioma e cultura estão interligados, ou seja, uma língua que nos soa tão diferente é porque é originada de uma cultura igualmente diferente daquela que fomos criados. Mas isso, em nenhum momento, torna um idioma melhor ou pior do que outro. O interessante, principalmente para nós, tradutores, é conhecer as línguas e suas particularidades, entendendo que esse é um estudo complexo, rico e essencial para nossa área de atuação.

Para quem não trabalha com traduções, essas informações valem como curiosidade e conhecimento. E caso você precise de serviço de tradução juramentada, tradução técnica ou tradução livre, conte com os tradutores da Korn Traduções![:]

2017 em breve se tornará 2018. Apenas um número mudará no final. Um número que cresce a cada 365 dias. Um número que, dessa vez, subirá de 7 para 8.

Mas a mudança de ano é muito mais do que um número. A mudança de ano é evolução. É a evolução natural da nossa vida, a evolução natural do mundo, a evolução natural do tempo.

E é essa simbologia de evolução que move a Korn Traduções. É ela quem faz não apenas com que tenhamos objetivos, mas, principalmente, motivação para alcançá-los.

Sabemos que não importa onde estejamos, o tempo e o mundo vão evoluir. E queremos evoluir juntos. E sempre.

Por isso, a cada dezembro, a cada final de ano, paramos, olhamos para trás e ficamos satisfeitos. Lembramos das correrias, dos percalços, das dificuldades e entendemos que elas foram essenciais para a nossa evolução. Lembramos das nossas conquistas e do nosso crescimento e conseguimos enxergar o resultado dessa evolução.

Assim, a sensação de missão cumprida chega num misto de alegria, orgulho e com muita vontade de continuar trilhando esse caminho. E é essa vontade que faz com que a gente deixe de olhar para os meses anteriores e comece a olhar para os meses que estão por vir. Comece a olhar para o ano que está chegando. Comece a olhar para 2018.

Só temos a agradecer por 2017. Por mais um ano em que estivemos juntos, traduzindo com seriedade, atendendo nossos clientes com excelência e cuidando dos nossos colaboradores com o respeito que todos merecem.

E desejamos mais para 2018. Afinal, evolução é isso, não é?! Superar sempre! E estamos prontos para realizar as traduções de ainda mais documentos. Estamos prontos para nos aprimorar cada vez mais no mercado de traduções, oferecendo o nosso melhor serviço. Estamos prontos para continuar evoluindo, como fazemos há mais de 20 anos.

Que todos vocês também estejam prontos para os próximos meses. E que possamos continuar evoluindo juntos.

Feliz Ano Novo e até 2018!

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