Destaque

Dividido por categorias, nosso blog apresenta artigos que se encaixam nos mais diversos temas.

Blog

Anualmente, dicionários, veículos de comunicação e empresas de diversos países abrem votação para a escolha da palavra do ano.

Em 2017, a palavra do ano eleita pelo Dicionário Oxford foi Youthquake. Já nas eleições do dicionário da editora britânica Collins, a vencedora foi “Fake News”, enquanto a palavra brasileira mais votada na eleição organizada pela Consultoria de estratégia, engajamento e mobilização Cause, em parceria com a empresa de pesquisa Ideia Big Data, foi “corrupção”.

Youthquake – palavra do ano pelo Dicionário Oxford

A palavra Youthquake foi utilizada 401% a mais nesse ano em comparação a 2016. A expressão, no entanto, não é recente – ela existe há cerca de 50 anos, tendo sido popular quando a editora da Vogue, Diana Vreeland, utilizou o termo para falar da importância das gerações mais jovens na transformação da música e da moda.

A palavra tem como tradução a “significante mudança cultural, política e social, decorrente do aumento das ações ou influências dos jovens” e, portanto, sendo ideal para descrever o atual apoio dos jovens ao Partido Trabalhista Britânico e, também, a eleição de líderes com menos de 40 anos de idade, como Emmanuel Macron (presidente francês).

Youthquake disputou as votações com outras oito expressões, entre elas, Kompromat, palavra russa utilizada no contexto político, que pode ser traduzida como “material comprometedor” – ou, em outras palavras, chantagem política.

Fake News – palavra do ano pela Collins

Fake News, que tem como tradução “notícia falsa”, foi a eleita por ter sido exacerbadamente mencionada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante sua campanha eleitoral, quando se referia às notícias negativas que circulavam sobre ele. Além disso, notou-se que, ao longo de 2017, o uso da palavra eleita aumentou 365%.

Além de Fake News, Echo-Chamber (veja a tradução aqui) e Antifa (veja a tradução aqui) também foram finalistas dessas eleições.

Nos quatro anos anteriores – 2013, 2014, 2015 e 2016 – as palavras do ano eleitas pelo dicionário foram Geek, Photobomb, Binge-Watch e Brexit, respectivamente. Para ver as traduções desses termos, clique aqui e tenha acesso ao glossário da Korn Traduções.

Corrupção – palavra do ano pelos brasileiros

Já no Brasil, a palavra do ano foi corrupção, que ganhou das finalistas vergonha, tenso, crise e mudança, tendo sido decidida não apenas por jurados selecionados, mas, também, pelo voto popular.

As palavras que participaram da votação também foram escolhidas pelo público, que citaram mais de mil palavras e, dos 40 termos mais mencionados, os jurados decidiram pelas cinco finalistas.

A participação do voto popular, inclusive, foi o maior diferencial da eleição brasileira, já que a inspiração para eleger uma palavra do ano veio dos modelos adotados pelo dicionário Oxford e pela Sociedade da Língua Alemã, onde os jurados fazem a seleção das palavras que merecem ir para o páreo, mas o público não participa da decisão.

Esse é o segundo ano em que há a eleição da palavra do ano pela consultoria. Em 2016, a vencedora foi a palavra indignação.

Com essas palavras do ano, conclui-se que os resultados provêm dos cenários político e econômico que, por diversos acontecimentos, ficaram mundialmente em evidência.

A Korn Traduções continuará postando palavras em destaque na mídia em seu blog. Clique aqui e acompanhe![:]

Você faz um intercâmbio para aprender um idioma. Passa de seis meses a um ano no exterior, estuda a língua, conversa e convive com o idioma estrangeiro 24 horas por dia. Mas é hora de voltar para casa e, em seu país, rapidamente volta à rotina de falar o seu idioma nativo. Como fica, então, a prática e o conhecimento do idioma estrangeiro?

Se você utiliza a língua em seu trabalho, um grande passo está dado, já que necessariamente manterá contato com o idioma. O mesmo é válido se você tiver amigos e/ou familiares estrangeiros em seu país. São situações que fazem parte da nossa rotina e que tornam a prática do idioma natural.

Mas se essa não for a sua realidade, ou seja, se não tiver com quem ou onde praticar o idioma que passou meses estudando, as chances de “enferrujar” são grandes e, quando precisar utilizá-lo, correrá maior risco de travar ou precisará de mais tempo para, aos poucos, ir relembrando o que um dia aprendeu.

Dicas para aprimorar o conhecimento no idioma estrangeiro depois do intercâmbio

Por esse motivo, a Korn Traduções fornece seis dicas para que, ao voltar de seu intercâmbio, você se motive a continuar estudando o idioma e aprimore o conhecimento adquirido. Veja abaixo:

  1. Assista a filmes e séries com legenda e áudio no idioma estrangeiro. Se sentir que seu ouvido já está suficientemente treinado, retire a legenda e acompanhe as histórias apenas pelos áudios.
  2. Ao ouvir músicas internacionais, preste atenção na letra, incentivando-se a entender o que é dito – e, caso não consiga, procure a letra na internet e ouça novamente até se acostumar com o som de determinadas palavras. E você também pode cantá-las enquanto ouve, aproveitando para treinar a pronúncia do idioma estrangeiro!
  3. Ao ler um livro, procure fazê-lo no idioma estrangeiro, se essa versão estiver disponível. Quanto mais motivações seu cérebro tiver, mais fácil será manter e aperfeiçoar o seu conhecimento em outro idioma.
  4. Em seu computador, smartphone, tablet, redes sociais, entre outros, opte por deixar a língua estrangeira como idioma principal. Assim, nas pequenas coisas do seu dia a dia, sem perceber estará em contato com esse idioma.
  5. Matricule-se em uma escola de idiomas ou contrate um professor particular – e se acreditar que seu conhecimento gramatical é bom, opte por cursos e professores que foquem na conversação.
  6. Mantenha contato com os amigos que fez durante o intercâmbio. Converse por Skype, Whatsapp e faça vídeos-conferências. Assim, tanto você quanto eles poderão treinar a escrita, a fala e a escuta, aperfeiçoando sempre o conhecimento no idioma estrangeiro

Com essas dicas, e depois de morar fora, você certamente conseguirá atingir o nível avançado ou até fluente do idioma estrangeiro. Mas lembre-se de que isso não basta para você realizar serviços de tradução; portanto, caso precise de tradução juramentada, tradução técnica ou tradução livre, conosco, a sua empresa de tradução![:]

Embora a globalização exista, o contato entre as diversas partes do mundo se faz possível por haver um idioma universal, que hoje é o inglês. Grande parte da população mundial é induzida a aprender essa língua, e a possibilidade de tradução faz com que muitas informações estejam disponíveis em diferentes idiomas. Mas quando pensamos em idiomas e na democratização da informação, que nada mais é do que tornar informações acessíveis para o maior número de pessoas possível, costumamos deixar de lado uma importante língua e, consequentemente, uma parcela significativa da população: os surdos, que se comunicam pela língua dos sinais.

Pensando nisso, desde 2005 há um decreto que obriga a inserção da disciplina curricular da língua dos sinais nos cursos de licenciatura do Brasil. Já nos cursos de bacharelado, essa disciplina é optativa.

Esse decreto surgiu pela necessidade de inclusão dos alunos surdos, matriculados em escolas regulares. De acordo com Adriana Bellotti, professora do ICMC (Instituto de Ciência e Matemática da Computação), da Universidade de São Paulo (USP), “o principal desafio para ensinar qualquer disciplina para o surdo é a língua. Somos uma sociedade majoritariamente ouvinte, e o surdo, inserido nela, tem uma diferença linguística”.

Pensando nas crianças, é indicado que, assim que a surdez for diagnosticada, já se inicie o ensino de Libras. Isso fará com que a criança, ao chegar na escola, tenha mais facilidade e preparo para acompanhar a turma.

Mas o grande obstáculo percebido é que a maioria das escolas não tem professores preparados para lidar com esse público. Ainda de acordo com Adriana, “esse aluno está inserido num ambiente ouvinte, mas ele tem um contato mínimo com seus colegas porque muitos não sabem se comunicar com ele. Então, ele fica restrito ao intérprete”.

Esse cenário faz com que o intérprete seja o responsável pelo aluno, quando o ideal seria o professor estar preparado para inserir a criança no meio educacional. A professora do ICMC completa dizendo que “essa relação entre professor e aluno deveria ser mais próxima por meio de um conhecimento básico da língua de sinais. O professor não precisa ter domínio completo da língua, mas, pelo menos, um conhecimento mínimo para incluir o aluno no contexto das explicações”.

Vale ressaltar, também, que de acordo com Paloma Bueno Fernandes, tradutora de Libras, há diferença entre os surdos, que é uma questão de identidade, e os deficientes auditivos, que se identificam com a cultura ouvinte, são oralizados e preferem esta modalidade de língua oral-auditiva. Além disso, Paloma enfatiza que Libras é língua e não linguagem, pois possui estrutura gramatical própria.

Língua dos sinais deveria ser obrigatória nas escolas

Assim, o próximo passo, agora, é tornar o ensino da língua dos sinais obrigatório em escolas, assim como acontece com o inglês. Para Adriana, “as pessoas precisam valorizá-la enquanto língua, em vez de gestos ou mímica. Ela tem características próprias que a definem enquanto meio de comunicação e expressão da comunidade surda. Se é importante, assim como o inglês ou espanhol, por que não ser uma disciplina curricular para as crianças? Se for assim, no momento em que elas precisarem usar a Libras, será natural”.

Se um dos motivos para aprendemos um idioma é a necessidade de nos comunicarmos com pessoas de outras partes do mundo, devemos perceber que os surdos não possuem a possibilidade de aprender outras línguas, senão Libras, para se comunicar. Assim, cabe às pessoas isentas dessa deficiência se dedicarem à inclusão dessa significativa parcela da população.

A Korn Traduções é a favor da diversidade, da inclusão e da expansão de fronteiras. É por isso que ajudamos a derrubar os obstáculos dos idiomas, realizando traduções livres, traduções técnicas e traduções juramentadas, colaborando, assim, para que as informações de nossos clientes fiquem disponíveis em diferentes idiomas.[:]

Com o final de ano chegando é hora de pensar no recesso e nas férias de dezembro e janeiro. Nessa época, é comum que se queira planejar uma viagem para o exterior, afinal, a quantidade de dias livres é maior do que um simples feriado no meio da semana.

O grande empecilho, entretanto, é o câmbio – converter o real para o dólar ou o euro pode significar um alto valor, inviabilizando a viagem.

Por isso, no texto de hoje, compartilhamos com vocês algumas dicas fornecidas por especialistas na área, para que você possa aproveitar taxas mais baixas do câmbio, facilitando a realização da viagem para o exterior. Veja abaixo:

Programe-se com antecedência

Essa dica pode parecer óbvia, já que é essencial se planejar para qualquer viagem. Mas essa necessidade aumenta quando falamos em ir para o exterior, já que, além do planejamento de data e custos básicos, como passagem e hospedagem, também é indicado colocar em uma planilha as perspectivas de gastos durante a estadia em outro país, já que o valor da moeda estrangeira impacta consideravelmente em todas as despesas.

Seu objetivo é viajar para fazer compras? Quantas refeições fora do hotel você pretende fazer por dia? O lugar onde ficará hospedado possui espaço para fazer a própria comida? Quantos passeios pagos você está planejando fazer?

Esses são apenas alguns dos questionamentos importantes para conseguir ter uma visão sobre quanto de dinheiro precisa para aproveitar a viagem. E quanto antes você iniciar o planejamento, mais fácil conseguirá guardar o dinheiro necessário.

Acompanhe a variação do câmbio

O planejamento acima é o primeiro passo, mas não é o suficiente, já que o valor poderá ser alterado para mais ou menos dependendo da variação da moeda. Por esse motivo, outra dica importante é acompanhar diariamente as taxas de câmbio, observando se estão estáveis ou instáveis.

Não espere a véspera da viagem para trocar a moeda

Se você seguir a dica anterior, conseguirá ter ideia de qual é a melhor época para comprar a moeda. E se o câmbio baixar, mesmo que ainda faltem alguns meses para a sua viagem, aproveite para trocar parte do dinheiro. Quanto mais dinheiro você conseguir trocar em épocas de câmbio baixo, menos prejuízo terá na viagem, caso vá em época de câmbio alto.

Não troque todo o dinheiro de uma só vez

Da mesma forma que o câmbio pode aumentar de um dia para outro, ele também pode baixar. Então, se você perceber que a moeda estrangeira teve seus valores reduzidos, troque apenas uma parte do dinheiro. Assim, se nos dias seguintes o câmbio baixar ainda mais, você não sentirá que teve prejuízo. E, caso ele aumente, não se desespere – é por esse motivo que é importante se planejar com antecedência, já que ainda haverá tempo para a moeda voltar a um valor mais baixo.

Pesquise casas de câmbio

Embora existam valores oficiais de câmbio, eles podem variar de uma casa para outra. Por isso, é indicado pesquisar na internet, ligar e, se possível, ir até algumas casas de câmbio para fazer pesquisa de preço e, assim, escolher o melhor lugar para fazer a troca. Mas lembre-se que, normalmente, os valores do câmbio no aeroporto são mais caros, por isso, evite se programar para trocar a moeda enquanto espera o voo. Por fim, dependendo do local para onde você for, uma opção pode ser trocar a moeda no próprio país – em alguns casos, também é mais barato do que fazer a troca no Brasil.

Portanto, planejamento, pesquisa e se manter atento são fatores certeiros que farão com que você consiga aproveitar as melhores taxas de câmbio e, consequentemente, curtir o final de ano ou as suas férias sem preocupações financeiras!

E se para a sua viagem você precisar da tradução juramentada dos seus documentos, conte com a Korn Traduçõesa sua empresa de tradução![:]

Planejar uma viagem é sinônimo de reservar data, guardar dinheiro, escolher o lugar e, se for para fora do país, é necessário levar em consideração o idioma local e pensar no visto e no passaporte, as partes mais burocráticas da viagem. A boa notícia é que nem todos os países exigem visto para brasileiros. No entanto, para cada país há um tipo de exigência diferente.

Em alguns países, por exemplo, é permitida a permanência do brasileiro sem visto por um prazo limitado, que pode variar de 30 a 180 dias, independentemente do seu objetivo – passeio, estudo ou trabalho.

Se a intenção do viajante for apenas turismo, ele pode ser isento da necessidade do visto, o que não acontece se o objetivo for trabalhar ou estudar no país escolhido.

Turismo, trabalho ou estudo – países não exigem visto para brasileiros

Abaixo, selecionamos vinte países que permitem a estadia por até 90 dias, sem visto, tanto para turistas brasileiros que forem a passeio quanto para os que forem estudar ou trabalhar. Veja:

  1. África do Sul
  2. Alemanha
  3. Argentina (o brasileiro também é isento de passaporte, podendo entrar no país apenas com a cédula de identidade)
  4. Bahamas
  5. Bélgica
  6. Chile (da mesma forma que na Argentina, a entrada de brasileiros é permitida sem passaporte, apenas com o RG)
  7. Espanha
  8. Hungria
  9. Irlanda
  10. Itália
  11. Noruega
  12. Nova Zelândia
  13. Panamá
  14. Peru
  15. Polônia
  16. Portugal
  17. Rússia
  18. Suécia
  19. Tailândia
  20. Uruguai (ingresso de brasileiros também é permitido apenas com RG)

Apenas turismo – países que exigem visto para brasileiros que vão trabalhar ou estudar

Já os países abaixo permitem a estadia sem visto para turistas brasileiros que viajarem a passeio, exigindo desde o início o visto para quem viajar a trabalho ou estudo:

  1. Barbados: o turista pode permanecer sem visto no país por até 180 dias.
  1. Bolívia: por até 30 dias não é exigido o visto de quem estiver a passeio. É permitida a entrada no país com a cédula de identidade.
  1. Costa Rica: por 90 dias o brasileiro que estiver no país a passeio estará liberado do visto.
  1. Guatemala: o turista também está liberado do visto por 90 dias.
  1. Indonésia: 30 dias é o período inicial em que o turista brasileiro pode permanecer sem visto no país. No entanto, é possível solicitar a prorrogação desse prazo por mais 30 dias.
  1. Ilhas Maldivas: é permitida por até 30 dias a permanência do brasileiro que não tiver visto.
  1. República Dominicana: o turista pode entrar no país sem visto e permanecer por até 90 dias. No entanto, na chegada é cobrada uma taxa de 10 dólares.
  1. Turquia: 90 dias é o tempo máximo para o brasileiro se manter sem visto a passeio no país. 
  1. Vaticano: Assim como na maioria dos países citados, o turista também pode permanecer sem visto por um período de 90 dias no país.
  1. Venezuela: O turista brasileiro tem um prazo de 60 dias sem visto em sua estadia no país.

Com essas informações, fica mais fácil planejar uma viagem ao exterior, já que não será necessário ir atrás de visto e, em alguns casos, nem de passaporte. Mas se o seu objetivo for trabalhar ou estudar, mesmo naqueles países que não exigem visto para esses fins, pode ser necessária a tradução juramentada de seus documentos. Para isso, conte com a Korn Traduções: a sua empresa de tradução. [:]

A Korn Traduções é especializada em traduções jurídicas e sabemos o quão técnico e específico são os termos dessa área. Pensando nisso, a Folha lançou esse ano o blog Direito ao Ponto, que tem como objetivo, segundo o jornalista e idealizador do projeto, Lucas Tófoli Lopes, “traduzir e aprofundar o juridiquês de maneira acessível a um público cada vez mais amplo”.

Entre os conteúdos, há traduções de siglas como MPF (Ministério Público Federal), STF (Supremo Tribunal Federal), AGU (Advocacia-Geral da União), infográficos explicando os principais institutos do direito e da República, além de entrevistas com juristas e análises de obras (livros e filmes) relacionados à área jurídica.

Veja alguns exemplos abaixo retirados do blog Direito ao Ponto: 

  1.  Além da imagem, há um texto mostrando o porquê de todos os casos terem o direito de serem analisados mais de uma vez por instâncias diferentes. Acesse aqui o post na íntegra:

Infográfico: traduções jurídicas e traduções técnicas

2. Em outro post, Lucas fala sobre a divisão dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Além de contextualizar com o infográfico, nesse texto houve a participação do professor doutor de Direito Constitucional da Faculdade Max Planck, Rodrigo Pires da Cunha Boldrini. Veja aquiInfográfico: traduções jurídicas e traduções técnicas

  1. Outro exemplo é o primeiro conteúdo do blog, que traz a tradução da palavra “constituição”. Abaixo, as imagens do post, que você pode acessar por completo clicando nesse link:

Infográfico: traduções jurídicas e traduções técnicas

Traduções jurídicas auxiliam no acesso às informações

A Korn Traduções acredita que essa iniciativa faz com que diversas informações fiquem mais claras para o público que não tem familiaridade com essa área, já que as traduções jurídicas de siglas e conceitos utilizados pela imprensa auxiliam no entendimento das notícias e do que está acontecendo no Brasil e no mundo.

E, caso você, advogado, precise da tradução jurídica de documentos, conte com a Korn Traduções: a sua empresa de tradução.[:]

Nossos artigos mais lidos

CONTATO

Precisando de serviços de tradução?

Korn Traduções, a sua empresa há
30 anos presente no mercado de Tradução
Juramentada e Tradução Livre

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.